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VEJA MENSAGENS RECEBIDAS E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS SOBRE ESTE PROJETO M-01 Ilmo. Sergio Pataro O Projeto de mini-destilarias de álcool desenvolvido por V.Sa. pode significar a redenção econômica de um grande número de produtores rurais ao proporcionar o auto-desenvolvimento das propriedades, além de criar um novo mercado de trabalho para as indústrias do setor, com reflexos também nas atividades comerciais. Este Projeto fortalece a economia da propriedade rural quando reduz ou extingue a fuga de capitais, gerando maior sustentabilidade à agricultura familiar e de subsistência pela maior disponibilização de trabalho e de renda, inclusão social e respeito ao meio ambiente. Trata-se de um grande incentivo à permanência do homem no campo. ... prefeituras e poder público em geral, precisam estar atentos para a dimensão estratégica deste projeto de maneira a articular apoios institucionais para sua viabilização em grande escala... atenciosamente, Afonso Mauro Pinho
Ribeiro M-02 Ilmo. Sergio Pataro O auto-desenvolvimento da zona rural de nossa região é condição indispensável para o resgate de nossa economia, tradicionalmente baseada em agro-negócios. Este Projeto de implantação de mini-destilarias é um verdadeiro achado para o homem do campo, que merece a atenção de todas as Agências de Desenvolvimento Regionais, para que possamos conjugar esforços visando sua consolidação. atenciosamente, M-03 Prezado
amigo Sérgio Pataro:
O
anseio do nosso produtor rural em trilhar caminhos de maior segurança em sua
atividade, certamente passa pela oportunidade que você lhe dá, com a
possibilidade de fabrico de álcool em sua terra.
Vejo
sua iniciativa como um grande marco diferencial para a Zona da Mata,
contribuindo como uma alternativa ímpar à nossa região através de tecnologia
que gera absorção indireta de mão-de-obra em massa e eminente inversão do
fluxo migratório, agora, para os campos agrícolas, uma vez que as
cidades enfrentam a saturação de mercado e a violência.
Por
isso mesmo, parabenizando-o pela iniciativa, manifesto minha esperança de que
muitos dos nossos venham a enxergar que na firmeza do pequeno produtor estará a
sustentação desta grande nação.
Com
meu abraço cordial,
M-04 Prezado Sergio Pataro: Ver uma iniciativa como esta, é sentir o renascimento da esperança em um país, que mesmo desconhecendo seu potencial, segue adiante levado pela aventura conseqüente de pessoas como você. José Paulo Martins - (0xx31)3899.3123 Jornalista da UFV - Universidade Federal de Viçosa
Mini-destilarias de álcool Projeto Sérgio Pataro release Estudo
sócio-econômico
Produção
de álcool combustível artersanal sem utilização de elementos químicos e
ecologicamente perfeito. Alternativa energética de viabilização de vários
projetos rurais, abrindo novas perspectivas de futuro e desenvolvimento em
diversas áreas de atividades, mediante incremento de produção, escoamentos e
deslocamentos entre áreas rurais e urbanas. Agora sim, o homem do campo pode
fabricar seu próprio combustível para uso próprio em sua propriedade rural,
adquirindo autonomia energética, de forma simples e eficiente, com
aproveitamento de mão-de-obra não especializada e ainda produzindo resultados
em geração de emprego e renda, inclusão social e respeito ao meio ambiente.
Tudo isto através de uma simples mini-destilaria de álcool.
Pela
ótica ambiental, não apresenta riscos ao meio ambiente seja por sua dimensão,
por seu processo natural, sem química aditiva, e por incorporar e recomendar o
uso de resíduo como fonte de irrigação e fertilização de lavouras, e também
ao trato de criações.
Nas
amostragens operacionais da planta piloto do equipamento, foi obtido o custo de
apenas R$0,26 por litro de álcool nas condições locais, em
comparação com a aquisição de álcool nos postos de abastecimento que vendem
o litro a R$1,15 na bomba.
Haverá
aí uma economia por litro, com um montante mensal dependente da demanda interna
de consumo, mostrando uma taxa de retorno para capacitar a amortização do
investimento segundo a produção decorrente do atendimento a essa demanda.
Sabemos ser o campo o grande produtor real de riquezas que se criam a partir de culturas e criações e mantém a economia, e torna possível a vida nas cidades e as grandes metrópoles Enquanto o mundo se apóia na energia do petróleo fóssil, as nações
poderosas brigam por ele e se esquecem das alternativas naturais e ecológicas,
não poluentes, nem exauríveis (renováveis).
A questão energética à sustentação dos trabalhos é fator fundamental para a busca de uma condição auto-sustentável da propriedade rural. Constata-se
situações de emergência nas atividades rurais em razão de quebra de ciclos típicos
de produção onde eclodem, porém, a presença da tradição no domínio e práticas
do plantio de cana-de-açúcar, que é o fator básico para o exercício da opção
ora oferecida, é uma garantia de recuperação para essas áreas.
A alternativa disponibilizada oferece custos comparativos vantajosos, no confronto com as outras fontes de suprimento energético usuais e disponíveis. Além entre os principais, redução do custo social público por absorver mão-de-obra em massa e abundante, não especializada. A mão
de obra necessária poderá ser a mesma já existente (trabalhador rural) que
será submetido a um rápido, simples e eficiente treinamento para a fabricação
de álcool artesanal a partir da cana de açúcar - que a grande maioria já
sabe cultivar e que já é presente de norte a sul do Brasil.
A
economia propiciada pela nova fonte de combustível/energia, representará um
reforço do capital pela retenção do que deixará de sair da atividade rural,
como custo, e estar disponível para as prioridades de investimentos na busca da
auto-suficiência do estabelecimento agrícola.
Dentre os novos investimentos que poderão ser cobertos por essa economia
alternativa, estarão alinhados:
1. O próprio equipamento de destilação que disponibilizará o álcool
para a grande mudança de estratégia e base energética.
2. A obtenção de motor estacionário a álcool para incremento de produção e diversificação.
3. A capacitação do trabalhador do campo para produzir álcool energético
e explorar as aplicações energéticas locais.
4. Introdução de tecnologia auto-sustentável e ecologicamente correta nas
culturas e criações praticadas na propriedade.
5. Disponibilização de bombas de sucção-impulsão movidas a motores
estacionários, que consomem álcool, nos investimentos em irrigação de
lavouras de ciclo curto e mesmo permanentes.
No conjunto das mudanças teremos algumas resultantes de grande importância sócio-econômicas a nível do campo: 1. A viabilidade de escoamento da produção diversificada: rapadura, açúcar
mascavo, doces de leite caseiros,
cachaça, leite “in natura”, desinfetantes domésticos, cosméticos (desodorantes, cremes para a pele)
etc.
2. Maior lucratividade às
atividades rurais, pela economia de custos energéticos e pelo aumento da
atividade com o uso dessa economia.
3. Maior sustentação à
agricultura familiar e de subsistência pela maior disponibilização de
trabalho e de renda, que sairá fortalecida.
4. Maior estabilidade econômica e financeira às atividades rurais, especialmente às dos
pequenos produtores.
5. Fortalecimento
da economia da propriedade rural quando reduz ou
extingue a fuga de capitais para atendimentos de práticas substituídas pelo
novo modelo energético
6. Colaborar paralelamente com a valorização
da aguardente de cana por utilizar concorrentemente a mesma matéria prima (cana-de-açúcar),
e por ser o fabrico de álcool uma alternativa do aproveitamento tanto da cana
excedente nos picos de produção como da própria cachaça. Há medida que parte do canavial passa a ser
destinado a produção do alcool, a aguardente de cana passa a ter uma redução
na oferta, levando conseguentemente a uma melhoria de preços deste
produto.
7. Quando já bem difusa a produção do álcool rural, contribuir-se-á,
também, para o equilíbrio da oferta de álcoois industriais, produzidos pelas grandes destilarias nacionais que fornecem o combustível
sob a forma hidratada e anidra à Petrobrás para o abastecimento nacional de veículos
(álcool aos motores a álcool, e mistura de álcool à gasolina, e mesmo ao
diesel, nos motores convencionais), com conseqüência na lei de oferta e
procura e nos preços resultantes, podendo melhorar a economia tanto das
destilarias como dos plantadores de cana, acrescentando-se as exportações.
8. O aumento da produção
de outros itens da atividade agrícola do país, pela possibilidade de explorações
mais econômicas e energeticamente independentes pela adoção do
modelo de base energética apoiada no álcool artesanal de produção rural.
9. Geração
de emprego e renda nas atividades rurais pelo crescimento da mão de obra a ser empregada
na alternativa energética, desde as fases de investimentos preparatórios, até
a operação do sistema e à incorporação de novas atividades na propriedade
rural (novas culturas e criações), com montante significativo a níveis
regionais e nacional.
10. Reversão no fluxo
migratório( êxodo urbano) para os campos agrícolas.
11. Oportunidade para o lançamento de veículos rústicos, mais apropriados ao uso dos produtores rurais e que se adeqüem à nova realidade estratégica do álcool
artesanal.
12. Em conseqüência ao item
anterior, a manutenção
ou criação de postos de trabalhos ou atividades autônomas necessários a rede de fabricação, montagem, exploração e uso das novidades
criadas especificamente pela adoção das alternativas assim criadas (motores,
veículos, equipamentos, máquinas agrícolas, etc.)
Este
projeto nos coloca de frente a uma
opção ao alcance do pequeno produtor rural, permitindo-lhe dar um grande salto
na escalada de seu futuro, gerado por suas mãos calejadas nos pesados trabalhos
da lavoura, quando estas mesmas mãos estiverem acionando o novo equipamento do
qual verterá o seu combustível ecologicamente correto e socialmente justo na
disponibilização de oportunidade de trabalho e renda para maior número de
homens do campo através da independência energética de baixo custo que lhe
permitira também a diversificação de suas atividades produtivas com maior economicidade, competitividade e sustentabilidade.
Implantar-se-á
uma cultura no campo que terá como espinha dorsal a independência energética obtida pela uso de recursos naturais renováveis, com equipamentos simples e de
pequeno porte, operados pelo próprio trabalhador rural no próprio ambiente
onde labuta e vive.
Sergio Pataro, meus Parabéns! Consultoria/ Hélcio
Totino
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